Comandos básicos para criar e alterar usuário banco de dados!

28 28America/Sao_Paulo fevereiro 28America/Sao_Paulo 2011 Deixe um comentário

Segue abaixo alguns comandos básicos que fazem parte do conjunto de declarações DDL (Data Definition language).

Comando para criação de usuário e definição de senha para o mesmo.

CREATE USER <usuario> IDENTIFIED BY <senha>;

Alterar a senha de um usuário (modifiquei a senha de “Josi” para “inicial”).

ALTER USER <usuario>IDENTIFIED BY <senha>;

Para eliminar um usuário(Desde que não tenha nenhum objeto abaixo dele).

DROP USER  <usuario>;

Para eliminar um usuário(Elimina um usuário e tudo o que está abaixo dele).

DROP USER  <usuario> CASCADE;

Bloquear a conta de um usuário.

ALTER USER <usuario> ACCOUNT LOCK ;

Desbloquear a conta de um usuário.

ALTER USER <usuario> ACCOUNT UNLOCK;

Definindo uma tablespace default para o usuário.

ALTER USER <usuario> DEFAULT TABLESPACE <tablespace_name>;

Definindo uma tablespace temporária para o usuário.

ALTER USER <usuario> TEMPORARY TABLESPACE <tablespace_name>;

CategoriasBanco de Dados

Tablespace…Encontrando detalhes das Tablespaces e Datafiles!

25 25America/Sao_Paulo julho 25America/Sao_Paulo 2010 1 comentário

Hoje vou escrever um pouco sobre Tablespace e Datafiles, muitas vezes o conteúdo
teórico dificulta nossa compreensão.

As tablespaces especificam a localização de armazenamento do banco de dados
e são armazenadas fisicamente em datafiles, logo uma tablespace refere-se a parte
do armazenamento lógico e datafiles ao armazenamento físico (são estruturas físicas compatíveis com o sistema operacional no qual o banco é executado).

Existe um relacionamento “um para muitos” entre os bancos e as tablespaces e um relacionamento
“um para muitos” entre as tablespaces e os datafiles.

Um datafile pode ser incluído em uma tablespace e os datafiles existentes podem ser estendidos.

Vou mostrar alguns exemplos, na prática é mais fácil, acreditem!

Testem e sejam felizes,  assim como eu, provavelmente você morrerá cedo!

Onde vc encontra detalhes das Tablespaces e Datafiles

( V$DATAFILE,V$TABLESPACE,DBA_DATA_FILES,DBA_TABLESPACES)

Adicionar um Datafile em uma Tablespace já existente

ALTER TABLESPACE (NOME) ADD DATAFILE ‘(CAMINHO DO DATAFILE)’ SIZE (XXX);
ONDE : (NOME) = NOME DA TABLESPACE
(CAMINHO DO DATAFILE)= CAMINHO ONDE SE ENCONTRA O DATAFILE
(XXX) = EQUIVALE AO TAMANHO QUE SERÁ ALOCADO NO DATAFILE.

Alterar tamanho de um Datafile

ALTER DATABASE DATAFILE ‘CAMINHO’ RESIZE XXX;
ONDE CAMINHO = CAMINHO DO DATAFILE
XXX = NOVO TAMANHO DO DATAFILE

Eliminar uma Tablespace

DROP TABLESPACE (NOME); — ELIMINA A TABLESPACE DESDE QUE NAO SE TENHA DADOS ABAIXO DELA.
DROP TABLESPACE (NOME) INCLUDING CONTENTS; — ELIMINA A TABLESPACE E OS DADOS ABAIXO DA MESMA.
DROP TABLESPACE (NOME) INCLUDING CONTENTS AND DATAFILES; – ELIMINA A TABLESPACE E TODOS OS ARQUIVOS FISICOS DELA.

CategoriasBanco de Dados

Certificação OCP!

23 23America/Sao_Paulo julho 23America/Sao_Paulo 2010 Deixe um comentário

Nos tempos atuais, nada mais valioso em um currículo do que as famosas certificações,
ela ilumina o currículo do profissional, dependendo da bagagem você pula várias etapas
de um processo seletivo.

Ano passado conclui meu curso de Oracle 10g com o objetivo de conseguir a
certificação OCP (Oracle Certified Professional), estudei bastante para a primeira a prova,
mas ainda não a fiz, é incrível como de longe parece fácil, mas quando nos deparamos
com um questionário testando realmente todos os conhecimentos teóricos,
aí chega a hora da verdade.

Acredito que esse valor ao profissional certificado é merecido, pois as provas não são fáceis,
requer muito estudo para conseguir o resultado desejado.

E além do curso, é preciso pagar as provas de certificação que não são tão acessíveis,
para conseguir ser OCP; o profissional precisa passar em duas provas para o OCA (Oracle Certified Professional) a primeira voltada aos conhecimentos SQL.
A segunda prova é sobre administração, para trilhar o OCP e ser reconhecido pela Oracle,
é necessário fazer um curso em uma escola oficial, investimento em torno de R$4.000,00
e mais $125 por prova. Todas as provas são em inglês.

É um investimento e tanto, por experiência própria sei que não é fácil ingressar
na área apenas com o curso, mas pretendo fazer as provas e continuar na luta pelo meu espaço.

Não é fácil, ninguém disse que seria…

Link para comprar a prova:

http://www7.pearsonvue.com/Dispatcher?application=VTCLocator&action=actStartApp&v=W2L&cid=554

Até o próximo post!

Port Security…Continuação!

21 21America/Sao_Paulo julho 21America/Sao_Paulo 2010 1 comentário

Falando um pouco mais de port security, hoje vou escrever como lidar com a
parte difícil do desbloqueio, nem sempre é fácil achar um ponto bloqueado,
por vezes temos apenas a informação do IP da máquina,
aí vem a pergunta como descobrir em qual equipamento está a porta?
Em casos de empresas grandes onde geralmente tem muitos equipamentos,
é preciso procurar a porta através do IP ou MAC ADDRESS,
vc deverá fazer isso a partir do Switch Core, vamos aos comandos:

MAC ADDRESS

No Switch core vc deverá digitar o seguinte comando:

SHOW MAC ADDRESS | I XXXX.XXXX.XXXX

Provavelmente ele trará a Giga que está atrelada ao Switch onde está localizada a interface.

Ex:

xxxxx#sh mac address-table | i xxxx.xxxx.xxxx

51    xxxx.xxxx.xxxxDYNAMIC     Gi0/1

Nesse caso você usará o comando SHOW INTERFACE DESCRIPTION
para verificar qual equipamento está relacionado a Giga, então é só conectar
e verificar através  SH INT STATUS ERR-DISABLED qual interface
está bloqueada e seguir o procedimento do post anterior.
IP
Também no switch core, siga os seguinte passos:

XXXXXXXX#sh arp | i X.XX.X.XXX

Ele trará a informação do MAC ADDRESS, a partir dessa informação
você deverá procurar a interface através do mac com os comandos relacionados acima.
XXXXXXX#sh arp | i X.XX.X.XXX
Internet  X.XX.X.XXX      XXXX.XXXX.XXXX

Port Security

17 17America/Sao_Paulo julho 17America/Sao_Paulo 2010 Deixe um comentário

O que mais faço durante minha jornada de trabalho é desbloquear interfaces bloqueadas
por configuração de port security, esse post é  simples, bem básico,
pois a maioria dos resultados de busca para “port security” são em inglês.

Todos sabemos que a configuração de port security nos switchs Cisco(que eu conheço),
é muito utilizada para máquinas não autorizadas conectem na rede corporativa,
sem que haja prévia avaliação da equipe responsável, isso é fundamental
para que uma rede tenha os requisitos minímos de segurança.

Quando uma máquina é conectada na rede ela recebe um IP e um endereço de MAC ADDRESS
que está diretamente atrelado a interface que liga o ponto ao swtich.

Pois bem vamos ao que interessa, aos comandinhos básicos para resolver este problema.

Comando para verificar quais interfaces estão bloqueadas:

show interface status err-disable

Comando para limpar a interface:

Clear port security sticky interface fa/gi xx

Agora é necessário entrar na interface para terminar o serviço

configure terminal

interface fa/gi xx

shut

no shut

end

Claro que o assunto de port security, envolve muitas coisas, nem sempre é algo básico ou simples de resolver,
mas escreverei um pouco mais em outra ocasião.

Abços,

Josi

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O Início!

16 16America/Sao_Paulo julho 16America/Sao_Paulo 2010 1 comentário

Hoje inicio uma nova jornada em minha vida, tentarei através desse
blog mostrar meu cotidiano, trabalho na área de TI há 3 anos, e desde
então minha vida mudou radicalmente, descobri um outro mundo com
portas abertas para o conhecimento sem fronteiras, é incrível pois
quanto mais conheço mais quero saber.

Há alguns anos atrás era apenas uma singela mortal que cortava
queijos, sim eu cortava queijos em supermercado e me orgulho muito
disso, porque superei e desafiei meus próprios limites…Confesso que
tive a oportunidade de conhecer alguém que viu em mim potencial e
achava que eu podia ser mais, e fui, talvez se não tivesse encontrado a
pessoa certa no momento oportuno, hoje ainda estaria com os queijos, mas
em mim sempre reinou o sonho de ser gigante, ser reconhecida, sempre
quis que as pessoas me admirassem, até para o mais simples dos
trabalhos eu sempre fiz questão de ser a melhor.

Há dois anos fui “forçada” assistir uma palestra da Oracle, o tema era
sobre as novas tendências do Oracle 11g, mesmo a contra gosto decidi
comparecer, e foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, logo que
entrei já gostei, porque tinha brigadeiro.

Quando se iniciou a palestra e o interlocutor da Oracle começou a apresentação,
confesso que não estava entendendo nada, porque eu nada sabia sobre banco de dados,
muito menos o significado SGDB, mas a cada nova tecnologia apresentada,
crescia em minha mente o sonho de saber tanto quanto a pessoa que
estava apresentando.

Ao término da apresentação sobre os novos recursos do 11g, iniciou-se
a apresentação da nova ferramenta de desenvolvimento da Oracle com a
promessa que qualquer um poderia se tornar programador, apenas
utilizando uma ferramenta gráfica JDEVELOPER, apenas na base do clique
clique(Mito).

Logo que acabou a palestra sabia que a partir daquele momento minha
vida não seria a mesma, deixei a HP onde era CLT por um simples
contrato temporário, para estudar Oracle e consegui a muito custo(E
olha que custa, porque o curso de Oracle é caro!) concluir este
objetivo.

Ainda não tive oportunidade de trabalhar como DBA, mas sou brasileira
e não desisto nunca, hoje trabalho com Network,
Backup/Restore/Servidores e quero aprender a programar, e isso que eu
busco hoje.

Vou postar algumas coisas que aprendi ao longo dessa pequena, mas
gigantesca carreira…

Lutar sempre, vencer talvez, desistir nunca!

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